sábado, 11 de abril de 2015

Teria muitas razões para desistir...

Teria muitas razões para desistir... achando que tudo seria para sempre (crónico) mas desafiei a falsa crença e fui... para além da caixa, do eterno rótulo. Escolhi um Caminho de escutar a verdade de cada momento (sabendo que tudo é impermanente), despi máscaras e retirei amarras e apegos que não me deixavam caminhar em paz. Confesso que neste período tornei-me egoísta (chamo-lhe assim por ter vivido demasiado para os outros e deixando que eles me prendessem)... criei prioridades e, em silêncio, fui percebendo o que me fazia ou não feliz.
Quando se adoece é um limite... já está somatizado no corpo o que a alma andava a gritar. E, aceitei a doença como uma aliada e não como um entrave... sem qualquer autopiedade.
Estou rodeada de quem me ajuda a levantar em momentos difíceis... aqueles, que quando a minha incapacidade aparece, não me consigo levantar ou fico exausta do nada, fico em silêncio parada à espera que passe, estão lá e compreendem,
É uma doença invisível e ainda muito para ser estudada... incompreendida e apontada de forma injusta. Acredito em mudanças... acredito que passo a passo as coisas acontecem!
Descubro técnicas e práticas que ajudam muito na qualidade de vida. Irei partilhando.

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